Em postagens em sua rede social, Trump afirmou que “o Irã está em busca de liberdade, talvez como nunca antes”. Ele indicou que os Estados Unidos estão preparados para agir caso o governo iraniano intensifique a repressão, especialmente se houver mortes entre os manifestantes. Relatos indicam que mais de 50 pessoas já perderam a vida em decorrência dos confrontos, levando a uma escalada da violência e da repressão por parte das autoridades.
O contexto se agrava com a adoção de medidas drásticas por parte do governo iraniano, que impôs um apagão na internet, tornando a comunicação cada vez mais difícil. Telefonemas não estão sendo completados, e a maioria dos voos para o exterior foi cancelada, aumentando o isolamento do país neste momento crítico.
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, contrapunha-se ao cenário, alegando que os protestos são orquestrados por “vândalos” que atuam sob a influência de Trump, o que sugere uma tentativa de deslegitimar os manifestantes e seus objetivos. A declaração de Khamenei revela uma estratégia do governo para atribuir os distúrbios a forças externas, adotando uma retórica comum em regimes que enfrentam descontentamento popular.
À medida que as manifestações continuam, o mundo observa atentamente a forma como a situação se desenrola, destacando não apenas o desejo de liberdade do povo iraniano, mas também as implicações geopolíticas que uma possível intervenção dos EUA poderia acarretar. O cenário permanece volátil e carrega a expectativa de reações tanto internas quanto internacionais.







