Inicialmente, o governador da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey, anunciou em uma rede social que ambos os soldados haviam falecido em decorrência dos ferimentos. No entanto, ele rapidamente reverteu a informação, comunicando que havia recebido “relatos conflitantes” sobre a condição dos feridos. Em uma nova declaração, Morrisey mencionou que a situação ainda era incerta e que ele se comprometeria a fornecer atualizações assim que houvesse informações mais concretas. Ele também expressou suas orações pelos soldados e suas famílias, ressaltando a bravura desses membros da Guarda.
O ex-presidente Donald Trump se manifestou sobre o episódio em suas redes sociais, criticando o autor do ataque e enfatizando que, apesar de também estar ferido, ele enfrentará severas consequências por seus atos. Essa declaração reflete a preocupação de líderes políticos em manter a segurança e ordenação em Washington, D.C., especialmente após um evento tão trágico.
No imediato rescaldo da situação, a Administração Federal de Aviação (FAA) ordenou a suspensão temporária de partidas para o Aeroporto Nacional Ronald Reagan, devido a questões de segurança que surgiram após o ataque. Essa interrupção estava programada para durar aproximadamente uma hora, sublinhando a seriedade da situação.
Em resposta ao tiroteio, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, confirmou que o presidente Trump havia solicitado o envio de 500 soldados adicionais para Washington, D.C. O objetivo é reforçar a segurança nas ruas da capital, especialmente após acontecimentos tão alarmantes. Esses soldados já estão presentes na cidade desde agosto, como parte de uma estratégia mais ampla que aborda a migração e o combate ao crime na região.
Diante de um contexto de crescente perturbação e tensão, as ofensivas de segurança da Guarda Nacional são cada vez mais essenciais para garantir a proteção dos cidadãos e a estabilidade na capital do país. O incidente ressalta a necessidade urgente de uma resposta eficaz às ameaças à segurança pública.









