Ex-presidentes como Barack Obama e Bill Clinton se manifestaram de maneira veemente contra esta série de eventos que culminaram na morte de Pretti e de outros cidadãos. Clinton, em suas declarações, expressou horror diante das cenas presenciadas, onde manifestantes pacíficos foram alvos de agressões e detenções por parte de agentes federais. Ele enfatizou que essas ações são inaceitáveis e que o governo tem dado respostas distorcidas à realidade.
Obama e sua esposa, Michelle, também se pronunciaram, ressaltando a gravidade do ocorrido e apelando para a reflexão sobre os valores fundamentais da nação. Para ambos, a morte de Pretti deve servir como um alerta para todos os americanos, independentemente de sua filiação política, sobre a erosão das normas democráticas e o uso desmedido da força por parte das autoridades.
A congressista Alexandria Ocasio-Cortez também não deixou de expressar sua indignação, descrevendo a situação como um ataque direto aos direitos constitucionais dos cidadãos. Ela criticou a falta de compaixão e bom senso nas ações dos agentes, que resultaram em mortes trágicas. Suas palavras ecoam uma crescente frustração na sociedade em relação à brutalidade policial.
Os desdobramentos em Minneapolis também têm gerado reações entre membros do Partido Republicano, com senadores como Bill Cassidy e Lisa Murkowski pedindo investigações sobre as ações do ICE. Eles alertam que a credibilidade da agência e do Departamento de Segurança Interna está em risco e exigem uma análise profunda sobre o treinamento e as ordens dadas aos agentes.
Diante do cenário caótico vivido em Minneapolis, a chamada por uma investigação independente ganha força, refletindo uma demanda crescente por transparência e responsabilidade nas ações governamentais. O clamor popular por justiça e por uma reforma na maneira como as forças de segurança atuam se torna cada vez mais iminente, evidenciando uma nação dividida, mas unida em busca de dignidade e respeito aos direitos humanos.
