De acordo com informações obtidas pela polícia, Livelsberger teria pesquisado no ChatGPT sobre explosivos, velocidade de munições e até mesmo a legalidade de fogos-de-artifício no Arizona. Além disso, em suas anotações, o ex-militar expressou preocupações sobre o futuro dos Estados Unidos, descrevendo o país como “em estado terminal e a caminho do colapso”.
Curiosamente, Livelsberger não era um opositor de Trump, mas sim incentivava a união do país com o presidente eleito e com Elon Musk, o cérebro por trás da Tesla. Com passagens pelo Afeganistão, o militar alegou que a explosão do veículo era um “alerta” para os problemas nacionais, revelando sentimentos de culpa e perda em suas mensagens no celular.
No entanto, o caso tomou um rumo trágico, pois Livelsberger tirou a própria vida antes da explosão do veículo. O incidente deixou sete pessoas levemente feridas e ocorreu no mesmo dia de um ataque em Nova Orleans, que resultou na morte de 14 pessoas e foi planejado com auxílio de vídeos gravados por óculos de sol com câmera.
Embora as autoridades tenham analisado a possibilidade de conexão entre os dois ataques, concluiu-se que não havia relação entre eles. A investigação continua em andamento para esclarecer todos os detalhes desse caso complexo e perturbador.
