De acordo com informações da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, cerca de 21% dos eleitores já haviam votado até ao meio-dia local, indicando um fluxo considerável nos locais de votação. Este pleito é significativo, pois marca a eleição presencial mais concorrida até hoje, com um total de 11 candidatos disputando a presidência. Caso nenhum candidato consiga conquistar mais de 50% dos votos válidos, será necessário realizar um segundo turno, agendado para o dia 8 de fevereiro.
Vale ressaltar que a última vez que Portugal viu a necessidade de um segundo turno em suas eleições presidenciais foi em 1986, um indicativo da possibilidade de uma regionalização nas preferências eleitorais. Entre os candidatos mais mencionados nas pesquisas de intenção de voto estão Luís Marques Mendes, do Partido Social Democrata (PSD), António José Seguro, do Partido Socialista (PS), André Ventura, do Chega, José Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal, e Henrique Gouveia e Melo, que concorre como independente.
O novo presidente que emergirá desse processo eleitoral tomará posse em 9 de março, uma data que se tornou uma tradição desde 1986. O cenário eleitoral atual retrata um momento de decisões cruciais para o futuro político de Portugal, que se encontra em um ambiente de desafios tanto internos quanto externos. Assim, os desdobramentos deste domingo poderão influenciar significativamente o rumo do país nos próximos anos.
