Jian deixou claro que a China tomará as medidas necessárias para proteger seus direitos e interesses legais, e se os Estados Unidos insistirem em travar uma guerra tarifária e comercial, a China não hesitará em lutar até o fim. O representante chinês criticou as ações dos Estados Unidos, classificando-as como unilateralismo, protecionismo e intimidação econômica, que têm sido contestados pela comunidade internacional.
A escalada das taxas comerciais entre China e Estados Unidos teve início em março, quando Washington impôs taxas de 20% sobre os produtos chineses. Desde então, a situação tem se deteriorado, com a última medida anunciada pelos EUA sendo uma taxação adicional de 50%, elevando o total das tarifas para 104%.
Além de retaliar com tarifas de 34% sobre os produtos americanos, a China também implementou restrições para exportação de minerais raros e proibiu o comércio com 16 empresas dos Estados Unidos. Essas medidas refletem a tensão crescente entre as duas potências econômicas.
A ação dos Estados Unidos não só viola as regras da Organização Mundial do Comércio, como também prejudica a estabilidade da ordem econômica global. As consequências dessas ações são incertas, mas o cenário de uma guerra comercial entre as duas potências se torna cada vez mais real. A comunidade internacional observa atentamente o desenrolar desses eventos, que têm impacto global.