Segundo a declaração, ambos estão atualmente sob custódia em um navio da Marinha dos EUA, a caminho de Nova York. O ataque, que começou na noite de sexta-feira, mobilizou um imenso efetivo militar, com 150 aeronaves operando a partir de 20 bases militares ao longo do continente. Caine ressaltou que a missão, denominada Operação Resolução Absoluta, foi planejada com meticulosidade ao longo de vários meses, tirando lições de décadas de experiência militar.
O General destacou a precisão da operação e a colaboração das agências de inteligência, como a CIA e a NSA, que por meses monitoraram os movimentos de Maduro, estudando desde seus hábitos diários até os lugares que frequentava. Ele relatou que, ao chegar ao local identificado em Caracas, a equipe de captura foi inicialmente alvejada, mas respondeu com força necessária. Segundo Caine, Maduro e sua esposa se entregaram sem resistência, embora a localização exata da captura não tenha sido confirmada.
Durante a operação, uma das aeronaves da equipe foi atingida, mas conseguiu continuar a missão sem causar perdas. A operação foi marcada pela integração excepcional entre as forças aéreas e terrestres, garantindo assim a segurança das tropas no solo.
O secretário de Defesa dos EUA, Peter Hegseth, que acompanhou a operação, enfatizou a capacidade militar do país, alertando adversários em um tom firme. Ele mencionou a importância da sincronização e da precisão durante o ataque, referindo-se a Maduro como alguém que ultrapassou os limites e pagou o preço por isso.
Ainda segundo Caine, as forças americanas permanecem em campo em alta prontidão, prontas para defender interesses regionais e projetar poder, enquanto Donald Trump afirmou que os Estados Unidos governarão a Venezuela até que uma “transição segura e apropriada” seja estabelecida. Este conjunto de eventos representa um novo e significativo capítulo nas tensões entre os EUA e a Venezuela, refletindo a complexidade das relações internacionais na atualidade.







