Entre os bancos afetados, o Nubank se destacou ao acumular mais de 6.700 queixas, a maioria delas relacionadas a falhas no processo de login. A instabilidade não se limitou apenas ao Nubank; usuários também enfrentaram problemas com o sistema do Pix e com o Banco Central. Após o meio-dia, mais de 2.700 notificações relataram dificuldades em realizar pagamentos, transferências e até mesmo na leitura de QR Codes, afetando a experiência de milhares de clientes.
Em resposta aos incidentes, o Nubank rapidamente informou que a situação foi corrigida. Já o Itaú, em uma declaração oficial, confirmou que a instabilidade foi de natureza pontual e impactou uma fração de seus clientes, especialmente no que diz respeito a transferências via Pix. O banco esclareceu que a origem do problema estava ligada a um fornecedor externo, o que resultou na desestabilização temporária de parte do mercado financeiro. O Itaú enfatizou que está empenhado em colaborar para garantir que o sistema do Pix seja totalmente restabelecido o mais breve possível.
Até o momento da publicação deste artigo, o Santander ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre a situação. Este episódio ressalta a vulnerabilidade dos sistemas digitais bancários e a dependência crescente dos consumidores em relação a essas plataformas para gerenciar suas finanças. A confiança nas instituições financeiras é frequentemente testada em circunstâncias como esta, e as respostas rápidas e eficazes são cruciais para a manutenção da credibilidade junto aos usuários. A situação, que revoltou muitos, rapidamente se transformou em um lembrete da fragilidade das tecnologias que suportam as transações financeiras modernas.
