Incêndio Consome Metade do Telhado do Velódromo do Parque Olímpico no Rio de Janeiro, Mas Sem Registro de Feridos

Incêndio Devasta Parte do Telhado do Velódromo no Parque Olímpico do Rio de Janeiro

Na madrugada desta quarta-feira, 8 de outubro, um incêndio significativo atingiu o Velódromo do Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O fogo consumiu cerca de metade do telhado da estrutura, causando preocupações, mas felizmente não houve registro de feridos. Este incidente não é inédito; em 2017, o espaço já havia enfrentado um problema semelhante.

De acordo com Luciano Sarmento, subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros, a parte interna da edificação não sofreu danos. “Evitar uma grande tragédia foi nossa prioridade”, afirmou Sarmento. Ele acrescentou que a origem do incêndio ainda está sendo investigada e que uma perícia se faz necessária para determinar as causas exatas. As chamas começaram na parte externa do Velódromo, na lona que cobre a estrutura. Composta por material sintético, a lona rapidamente derreteu, liberando um material semelhante a uma teia de aranha. Graças à pronta resposta dos bombeiros, foi possível proteger o Museu Olímpico, que permanece intacto.

Cerca de 60 militares, de seis unidades do Corpo de Bombeiros, colaboraram para controlar o incêndio, utilizando mais de 20 viaturas. Embora a situação tenha gerado imagens impressionantes de fogo e fumaça que se alastraram pelo telhado, não há relatos de vítimas.

Este incidente remete ao incêndio de 2017, quando as chamas foram iniciadas pela queda de um balão sobre a cobertura do Velódromo. A estrutura, que foi utilizada para as provas de ciclismo durante os Jogos Olímpicos de 2016, conta com um investimento de aproximadamente R$ 143 milhões e não teve oportunidade de passar por eventos-teste antes da competição.

Após os Jogos, o Velódromo se tornou um importante centro de treinamento para diversas modalidades esportivas, acomodando cerca de 4 mil atletas e praticantes de 33 esportes diferentes, incluindo vôlei, basquete e judô. O local ainda é um polo de eventos e recentemente passou a abrigar o Rio Museu Olímpico, um espaço interativo que celebra a memória dos Jogos, com uma rica coleção de itens olímpicos.

Enquanto os bombeiros continuam suas operações no local, a comunidade esportiva e os frequentadores do museu mantém seus olhares voltados para a estrutura, que já é um símbolo de superação e resiliência no cenário esportivo carioca.

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