O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, confirmou, nesta terça-feira (6), que a causa das mortes de uma mãe e seu filho, de 38 e 11 anos, em uma pousada em Maragogi, no último domingo (4), não foi por afogamento, mas por eletroplessão (exposição acidental a descarga elétrica).
Segundo o IML, os exames cadavéricos em Luciana Klein Helfstein, 39, e Arthur Klein Helfstein Alves identificaram sinais claros da passagem de corrente elétrica pelos corpos. As vítimas eram de São Paulo e os corpos já foram liberados para o sepultamento.
O resultado do IML corrobora a tese do perito criminal José Veras que realizou os primeiros levantamentos no local da ocorrência, no último domingo (4). Na ocasião, as vítimas foram encontradas desacordadas na piscina e levadas à UPA da região, onde o óbito foi constatado.
O perito Veras retornará à pousada na manhã nesta terça-feira (6) acompanhado de Diozênio Monteiro, perito especialista em engenharia elétrica, para exames complementares na estrutura do local.
A Polícia Científica também analisará imagens do sistema de videomonitoramento da piscina. O conjunto de provas técnicas do IML e do Instituto de Criminalística será consolidado em laudos e encaminhado à Polícia Civil, que conduz o inquérito para esclarecer as responsabilidades do incidente.
*Com informações da Polícia Científica






