Dentro desse total, os imigrantes mexicanos, incluindo aqueles em situação legal e ilegal, foram responsáveis por uma contribuição significativa de quase US$ 792 bilhões. Por outro lado, a população de origem mexicana que nasceu nos EUA gerou mais de US$ 1,3 trilhão. Juntas, essas duas parcelas constituem mais da metade da economia latina nos Estados Unidos, que soma cerca de US$ 4,2 trilhões, um número comparável ao da Alemanha.
Esses dados revelam não apenas a importância econômica da comunidade mexicana, mas também mencionam que esse potencial poderia ser ainda maior. A pesquisa sugere que uma reformulação das políticas de imigração e uma maior integração econômica entre o México e os EUA poderiam intensificar ainda mais essa contribuição. O estudo também traz à tona preocupações sobre os impactos negativos de políticas como a deportação em massa, que, segundo especialistas, podem resultar em um desastre econômico autoinfligido.
Os dados apresentados pelo estudo servem como um alerta sobre os benefícios que a imigração pode trazer, contrastando com as narrativas frequentemente negativas em torno do assunto. Ao considerar a força geradora de PIB da comunidade mexicana, fica evidente que as políticas futuras devem focar em promover um ambiente mais inclusivo e colaborativo, não apenas para o benefício da economia, mas também para a sociedade como um todo.
