De acordo com as investigações, um dos suspeitos, Lucas Marcelo Rodrigues de Souza, de 23 anos, havia prestado serviços como pedreiro na casa da vítima, o que levanta questões sobre a confiança quebrada e o uso de relações anteriores para cometer atos de violência. Depois de executar o crime, a dupla teria utilizado parte do dinheiro roubado para se divertir, comprando vodka e energético, um comportamento que choca ainda mais diante da gravidade da situação.
As circunstâncias em que Dolores foi encontrada são alarmantes. O corpo da idosa foi descoberto nos fundos de sua residência, onde a polícia também encontrou a sua carteira sobre um móvel e notas espalhadas pelo chão, indicando que o roubo foi um ato premeditado. Embora Dolores optasse por viver sozinha, sua casa era equipada com duas câmaras de segurança, que se mostraram cruciais para a elucidação do crime e consequentemente ajudaram na identificação dos suspeitos.
Informações adicionais revelam que, um dia antes do crime, um sobrinho-neto da vítima a visitou e a presenteou com a quantia de R$ 1 mil, o que pode ter sido um fator que motivou o ataque. Após análise das gravações das câmaras de segurança, a polícia conseguiu identificar Lucas e, posteriormente, ele confessou sua participação no delito, implicando seu cúmplice, Antonio Augusto Araujo da Silva.
Durante o interrogatório, Lucas revelou detalhes perturbadores sobre o crime, afirmando que usou um bloco para empurrar e matar a idosa. Como triste desfecho, o celular da vítima, que também havia sido levado, continua desaparecido. O ocorrido não apenas abala a tranquilidade da cidade, mas também levanta um importante debate sobre segurança e confiança nas relações cotidianas.
