Os detalhes que cercam o crime geram angústia não apenas pela violência extrema com que foi cometido, mas também pela aparente inação de testemunhas. Ao menos três pessoas que presenciaram a cena horrenda não prestaram socorro à mulher em perigo. Após cometer o ato, Brunno fugiu do local pedalando uma bicicleta. O corpo de Viviane foi descoberto por volta das 6h20 da manhã do dia seguinte, por um transeunte que se deparou com a tragédia e acionou a Guarda Civil Municipal (GCM).
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou rapidamente, mas a vítima já estava sem vida. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso foi registrado como homicídio no 2º Distrito Policial de Itanhaém. Viviane deixa uma filha de 23 anos e outros dois filhos menores de idade, retratando não apenas a perda de uma vida, mas o impacto devastador que esse ato de violência causa em sua família.
A advogada da família, Mikaela Nakatsu, expressou a revolta e a indignação em nota, classificando o episódio como “bárbaro, cruel e absolutamente revoltante”. Ela destacou que não só o autor do crime deve ser responsabilizado, mas também aqueles que presenciaram o ataque e nada fizeram para auxiliar a vítima. “A omissão também será devidamente apurada, pois não pode passar impune”, afirmou Nakatsu. O agressor continua foragido, suscitando preocupações sobre a segurança da comunidade e a urgência em efetivar medidas de proteção contra a violência.
