A captura do principal suspeito, Claudio Manoel, aconteceu enquanto ele estava em seu local de trabalho, um restaurante de comida japonesa no centro da cidade. A Polícia Civil, liderada pelo delegado Luiz Romani, se mobilizou imediatamente após tomar conhecimento do crime. Segundo Romani, a operação para localizar o criminoso foi intensa e levou menos de 48 horas para que Claudio fosse detido.
Imagens de câmeras de segurança desempenharam um papel crucial na investigação. Registros mostram o suspeito invadindo a residência da vítima, subindo um muro e passando cerca de uma hora dentro do imóvel. Além disso, outra gravação capturou um detalhe peculiar: o modo como Claudio andava, com um dos pés voltado para dentro, o que facilitou sua identificação. O delegado Romani relatou que a agressividade do crime deixou a comunidade em estado de choque e que as lesões apontadas pela perícia indicam que Marli lutou para se defender do agressor.
A proximidade entre o agressor e a vítima, que morava a apenas duas casas de distância, adiciona uma camada ainda mais perturbadora a essa situação. O delegado enfatizou a importância de aguardar laudos periciais para investigar a possibilidade de que Claudio já tenha cometido outros crimes semelhantes.
As roupas que Claudio usava no dia do ato violento foram apreendidas e agora estão sob análise. A comunidade, que conhecia e respeitava Marli, agora busca respostas e justiça em meio ao luto e ao horror causados por esse crime hediondo. A captura do suspeito e as investigações em andamento refletem o comprometimento das autoridades em trazer à tona a verdade e garantir a segurança dos cidadãos.







