De acordo com relatos, o homem arrombou a porta da frente do colégio e furtou diversos objetos, dinheiro e até mesmo chocolates da cantina da instituição. Entre os itens levados estavam um celular, um ventilador, um carregador de iPhone e R$ 200 em dinheiro. A identificação de William como o autor do crime foi possível graças à análise das imagens das câmeras de segurança do local.
Segundo o coordenador da Oplit, Antônio de Pádua, a prisão do suspeito ocorreu durante um patrulhamento de rotina, quando o homem foi avistado carregando um kit de refrigerantes em lata por debaixo da blusa. Após a abordagem, ele foi reconhecido como o responsável pelo arrombamento no colégio da Jatiúca.
Após prestar depoimento na Central de Flagrantes, William foi liberado, pois não cabia mais o flagrante. Ele responderá em liberdade pelo crime de furto. Durante seu depoimento, o suspeito confessou o crime e alegou ser usuário de crack há uma década, vivendo em situação de rua. Além disso, ele afirmou que praticou o furto para sustentar seu vício e que trabalha como flanelinha, já tendo passagens pela polícia por furto qualificado.
O caso chama atenção para a situação de vulnerabilidade e dependência química enfrentada por muitas pessoas em situação de rua, evidenciando a necessidade de políticas públicas que atuem preventivamente nesse sentido.







