Segundo informações do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Antônio estava detido desde maio último por outro assassinato ocorrido em 2015. No entanto, em junho deste ano, uma sentença determinou a sua liberdade, alegando que o crime havia ocorrido há nove anos e que não havia indícios de que ele representasse uma ameaça à ordem pública.
Apesar disso, Antônio acumula uma extensa ficha criminal, com cinco acusações de homicídio, duas de latrocínio e um registro de lesão corporal. Além disso, em um segundo processo, testemunhas descreveram o criminoso como alguém com “baixo senso de justiça” e “indiferente à dor do próximo, beirando à sociopatia”.
Recentemente, Antônio foi preso no Jardim Ingá, em Luziânia, após uma denúncia anônima. A Polícia Militar de Goiás afirmou que ele deixou um rastro de violência em diversos municípios do estado, incluindo Anápolis, Aparecida de Goiânia, Pirenópolis e Senador Canedo.
A condenação de Antônio a 18 anos e 8 meses de prisão por homicídio cometido por motivo fútil e cruel evidencia a periculosidade do criminoso. As autoridades têm se mostrado preocupadas com a liberdade de Antônio, visto que sua conduta social é descrita como voltada para a prática criminosa e representa um perigo para a sociedade.
O caso de Antônio Luis Amorim Barbosa, o “Novo Lázaro”, continua despertando grande preocupação e mobilizando os órgãos de segurança em Goiás, que buscam garantir a segurança da população diante da ameaça representada por esse indivíduo.





