Um dos tópicos mais comentados é a movimentação da ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, que decidiu transferir seu domicílio eleitoral de Mato Grosso do Sul para São Paulo e trocou o MDB pelo PSB. Sua intenção é conquistar uma das vagas ao Senado, porém ela não está sozinha nessa jornada, enfrentando a concorrência de figuras notáveis dentro da aliança centro-esquerda do estado, como Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, e Márcio França, atual presidente do PSB, ambos interessados em se candidatar ao mesmo cargo.
Integrantes do PT têm manifestado otimismo e acreditam que ainda há tempo para resolver as questões internas que permeiam essas candidaturas. Uma das alternativas discutidas nos bastidores seria a escolha de Simone Tebet como vice na chapa de Haddad, o que poderia fortalecer a candidatura e ampliar seu apelo a um eleitorado mais à esquerda.
Entretanto, durante uma entrevista, Márcio França tentou minimizar as disputas internas, afirmando que há um time competente e que a definição das posições de cada candidato deverá ocorrer em um momento mais oportuno, possivelmente em julho. Além disso, algumas lideranças dentro do PT sugerem a nomeação de Tabata Amaral, do PSB de São Paulo, como vice de Haddad, o que permitiria que França concentrasse seus esforços em sua própria candidatura à Câmara dos Deputados sem competir diretamente por votos.
A questão da vice-presidência ainda gera debates, com Marina Silva sendo outra opção cogitada. No entanto, membros do PT expressam preocupações de que sua imagem associada a uma agenda mais alinhada à esquerda possa dificultar esforços para atrair o voto centrista, essencial para o sucesso da chapa. À medida que se aproximam as eleições, essas movimentações e estratégias serão cruciais para definir o cenário político em São Paulo.





