A investigação está focada em atividades de jogos ilegais e lavagem de dinheiro por meio de casas de apostas, popularmente conhecidas como bets. No entanto, Gusttavo Lima teve sua prisão preventiva decretada, mas posteriormente foi revogada pela Justiça local. O indiciamento do cantor ocorreu em 15 de setembro e agora cabe ao Ministério Público a decisão de denunciá-lo ou não à Justiça.
Durante as diligências, os policiais encontraram a quantia de R$ 150 mil em um cofre na sede da Balada Eventos, empresa de shows pertencente a Gusttavo Lima em Goiânia. Além disso, foram identificadas 18 notas fiscais da GSA Empreendimentos, também ligada ao cantor, totalizando mais de R$ 8 milhões.
A defesa de Gusttavo Lima alegou que o dinheiro encontrado no cofre era destinado ao pagamento de fornecedores e que os valores declarados nas notas fiscais foram devidamente pagos em impostos. A empresa possuía uma cláusula anticorrupção em seu contrato, que foi suspensa posteriormente.
O cantor foi acusado de ocultar a propriedade de uma aeronave ao vendê-la para José André da Rocha Neto, dono de uma empresa de apostas online. A polícia suspeita que a Balada Eventos também esteja envolvida em esquemas de lavagem de dinheiro proveniente de jogos ilegais, citando transferências milionárias ocorridas em abril e maio de anos anteriores.
Após a revogação da prisão, Gusttavo Lima retornou ao Brasil e fez um show em Marabá, no Pará, onde fez um comentário enigmático sobre honestidade e justiça, em meio às polêmicas que envolvem seu nome. A situação continua sendo acompanhada de perto pela mídia e pelos fãs do cantor em todo o Brasil.





