A saga começou quando, em 7 de janeiro, Donald Trump afirmou que a Groenlândia deveria fazer parte dos Estados Unidos, destacando sua importância estratégica para a segurança nacional e a proteção do “mundo livre” contra China e Rússia. No entanto, o primeiro-ministro da Groenlândia, Mute Egede, prontamente declarou que a ilha não está à venda e nunca será vendida, rejeitando a proposta do presidente norte-americano.
Diante desse contexto, o Denmarkification decidiu entrar na brincadeira e ofereceu comprar a Califórnia de Trump. Com o slogan “We Make California Great Again”, o grupo argumenta que o presidente dos EUA não tem simpatia pelo estado e estaria disposto a vendê-lo pelo preço certo. A proposta envolve arrecadar o valor necessário por meio de financiamento coletivo, com a contribuição de cada dinamarquês.
Além disso, o grupo destaca as vantagens que a aquisição da Califórnia traria para a Dinamarca, como a abundância de luz solar e abacates, bem como a possibilidade dos habitantes desfrutarem dos famosos biscoitos dinamarqueses em ciclovias em Beverly Hills. E, para dar um toque final, a Denmarkification sugere mudar o nome da Disneylandia para Hans Christian Andersenland, com o Mickey Mouse usando um capacete viking após a transação ser concluída.
A proposta inusitada chamou a atenção da mídia e gerou discussões sobre as possibilidades e limitações desse tipo de negociação. Enquanto Trump segue com sua visão de expandir o território dos EUA, o Denmarkification segue firme em sua proposta de adquirir a Califórnia como uma forma bem-humorada de responder às polêmicas internacionais.
