O Primeiro-Ministro da Grécia, Kyriakos Mitsotakis, destacou a posição de Atenas de não contribuir com militares para o conflito, embora tenha indicado que o país está disposto a auxiliar de outras maneiras. Durante a reunião, Mitsotakis também ressaltou a importância de uma coordenação europeia eficaz para que a União Europeia (UE) desenvolva uma estratégia clara nas negociações com os Estados Unidos e a Rússia. Essa abordagem demonstra um desejo de unificação e frente comum entre os países europeus diante da crise.
Assim como a Grécia, o Primeiro-Ministro da Croácia, Andrej Plenkovic, compartilhou uma posição semelhante, afirmando que sua nação também não enviará tropas ao país em conflito. Plenkovic fez declarações por meio da rede social X, enfatizando que a Croácia e outros países participarão de formas alternativas de ajuda que não envolvam o envio de contingentes militares.
Essa postura reflete uma tendência crescente entre as nações europeias, que buscam formas de oferecer suporte à Ucrânia sem se comprometerem com ação militar direta. O temor de uma escalada do conflito e suas potenciais repercussões sobre a segurança europeia são aspectos que têm sido considerados cuidadosamente pelas lideranças políticas.
A situação na Ucrânia continua instável e as negociações entre as potências ocidentais e a Rússia são essenciais para uma resolução pacífica do impasse. A ausência de tropas grecas e croatas no campo de batalha, portanto, também se insere em um contexto mais amplo de política internacional, onde as decisões são tomadas com base em análise estratégica e diplomática, visando evitar um aumento da hostilidade e das tensões na região.
