As informações foram divulgadas pelo delegado Caio Alexandre, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo ele, o corpo de Emilly foi encontrado com fios no pescoço, indicando que ela foi enforcada. Não foram encontrados indícios de uso de armas de fogo ou armas brancas no crime. No entanto, para a retirada do bebê, que felizmente estava vivo, os criminosos fizeram uso de uma arma branca, conforme constatado pela presença de facas no local do crime.
A perícia continua investigando a cena do crime para descobrir mais detalhes sobre o ocorrido. O delegado explicou que estão procurando entender onde e como a agressão começou, evidenciando possíveis vestígios de sangue na casa e o ponto em que a mãe foi imobilizada antes de ser brutalmente assassinada.
Esse crime cruel e bárbaro chocou a população de Cuiabá e acendeu debates sobre a violência contra as mulheres, em especial as gestantes. A brutalidade do assassinato de Emilly Azevedo Sena traz à tona a necessidade de mais políticas de proteção às mulheres, garantindo sua segurança e integridade.
A investigação segue em andamento e espera-se que os responsáveis por esse crime hediondo sejam identificados e levados à justiça para que sejam punidos de acordo com a lei. A população aguarda por justiça e por medidas que garantam que casos como o de Emilly não se repitam.







