De acordo com informações obtidas, há uma lista de possíveis punições que o governo dos EUA considera aplicar durante o julgamento, com a execução das mesmas dependendo exclusivamente da postura adotada pelos ministros do STF. Embora os detalhes sobre a natureza das sanções não tenham sido divulgados, há rumores de que podem incluir a revogação de vistos para autoridades brasileiras, sanções financeiras a membros do STF e uma reavaliação de produtos que atualmente estão exemptos de tarifas elevadas.
Frente a essa situação delicada, a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem demonstrado cautela e está se preparando para implementar medidas que possam reduzir o impacto de eventuais novas punições impostas pelos Estados Unidos. A proteção da imagem e da soberania do Judiciário brasileiro é uma prioridade, e segundo um embaixador brasileiro que acompanha de perto o desenrolar do julgamento, não há intenções de negociar essa independência.
A expectativa em torno do julgamento de Bolsonaro é alta, não apenas no Brasil, mas também em outros países que observam o desenrolar da situação, dado o impacto que decisões judiciais podem ter nas relações diplomáticas e comerciais. O governo Lula, que já enfrentou desafios em sua gestão, agora se vê diante de uma nova intricada dinâmica internacional que poderá afetar a economia brasileira e seu posicionamento no cenário global. A atenção das autoridades e a diplomacia cuidadosa serão cruciais nas próximas semanas, à medida que o desenrolar deste tribunal se tornar cada vez mais evidente.