As áreas abrangidas por esta medida incluem territorios indígenas situados nos estados do Maranhão, Pará e Rio Grande do Sul, além de regiões de importância crítica na fronteira de Tabatinga, no Amazonas, e na Usina de Belo Monte, também no Pará. O estado do Rio de Janeiro não fica de fora, mirando na necessidade de garantir a ordem e proteção aos cidadãos e seus patrimônios.
Uma das principais frentes de ação da Força Nacional será o combate a incêndios florestais na Amazônia Legal e Pantanal, que agora conta com a participação da Polícia Judiciária e equipes de perícia forense. As investigações sobre as causas desses incêndios, frequentemente atribuídos a ações humanas, seguirão sendo impulsionadas com o suporte das polícias civis e da Polícia Federal. Além disso, os esforços de patrulhamento na fronteira entre o Brasil e a Colômbia permanecem como uma das prioridades, devido à complexidade deste espaço que é frequentemente utilizado para atividades ilícitas.
A nova prorrogação não apenas reforça a proteção em áreas de conflito fundiário e ambiental, como as Terras Indígenas Awá e Caru, mas também contribui para uma resposta mais integrada entre as várias forças de segurança envolvidas. Em nota, o Ministério explicou que essas operações são parte de um esforço contínuo para coordenar ações que assegurem a segurança pública e preservem o patrimônio ambiental.
Com essa iniciativa, o governo brasileiro busca aumentar a eficácia das ações de segurança, promovendo um ambiente mais seguro em regiões que enfrentam desafios significativos, tanto relacionados à criminalidade quanto à conservação ambiental. As operações contarão ainda com a colaboração de outros órgãos, como a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), potencializando assim as estratégias implementadas.






