A articulação entre a União, estados e municípios reforça o compromisso do governo com a redução das desigualdades regionais e a ampliação do acesso à saúde pública de qualidade. Esse esforço colaborativo entre diferentes esferas do poder é visto como crucial para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e para garantir maior equidade no atendimento à saúde da população.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância dessas iniciativas, afirmando que a ampliação do SUS é um reflexo da presença e do compromisso do Governo Federal com a justiça social. Padilha ressaltou que, em locais onde a infraestrutura de saúde era precária, o governo do presidente Lula está promovendo uma transformação, ao trazer novas UBS e centros de atendimento, especialmente voltados para saúde mental e pessoas com deficiência. Segundo ele, esses investimentos se traduzem em obras concretas que melhoram a vida dos brasileiros.
Além disso, esta iniciativa se alinha ao programa “Agora Tem Especialistas”, que visa aumentar a disponibilidade de consultas e exames especializados no SUS. O programa busca reduzir filas e o tempo de espera, especialmente em áreas carentes de serviços de saúde. Isso é alcançado através de estratégias como unidades móveis, mutirões e o fortalecimento da rede de atendimento, permitindo que serviços de saúde cheguem diretamente a municípios e regiões de difícil acesso.
Os recursos foram liberados de maneira integral, através de transferências do Fundo Nacional de Saúde, conforme as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente. A liberação está atrelada à emissão da Ordem de Serviço, o que assegura agilidade na execução das obras e na entrega dos resultados esperados.
Com um total destinado de mais de R$ 32 bilhões, o Novo PAC Saúde configura-se como o mais robusto programa de investimentos em infraestrutura do Sistema Único de Saúde. Essas iniciativas não apenas priorizam a construção de novos serviços de saúde, como também impactam positivamente na geração de emprego e renda, além de fortalecer a infraestrutura econômica e social do país. O Ministério da Saúde já destinou recursos para 2.600 UBS, 330 CAPS, 101 policlínicas, 4.800 ambulâncias do SAMU e 800 unidades odontológicas móveis, entre outros, ampliando o acesso da população a serviços essenciais em todas as regiões do Brasil.







