Não é nenhuma novidade que a crise econômica atingiu todo o país. Comércios, indústrias e prestadores de serviços passam por aperto no meio dessa crise. E as instituições públicas, também, não estão imunes a isso. O Governo Federal vem fazendo o possível para “fechar as contas”.
Com a crise, os Governos Estaduais também fazem o enxugamento de gastos, o que prejudica as políticas públicas, no pior momento dela, que é quando está em crescimento por causa do desemprego.
Em Alagoas, não está sendo diferente. Já houve cortes no Bolsa Família e em outros programas sociais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que fomenta a agricultura familiar e combate a fome de famílias carentes.
Em 2017, estima-se que 18 mil famílias perderam o benefício do Bolsa Família.
Ranking de Competitividade
No Ranking de Competitividade dos Estados, que analisa o desenvolvimento dos estados como um todo, o estado de Alagoas aparece em último colocado no ano de 2015 e 2016. Os tópicos avaliados foram: infraestrutura, educação, sustentabilidade social, segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade ambiental, capital humano, eficiência da máquina pública, potencial de mercado e inovação.
Esse é um dado preocupante, já que apesar da melhora de alguns resultados de um ano para outro, o último ano do ranking indicou um declínio ainda maior no resultado geral. Com a diferença de 7,5 de um ano para outro, sendo 23,4 (2015) e 15,9 (2016), e ainda bem atrás da média do Brasil que é de 50,2.
Veja: http://www.rankingdecompetitividade.org.br/ranking/2016/geral
Todo esse resultado também é reflexo do PIB dos estados de 2017, onde Alagoas aparece em penúltimo lugar, atrás apenas do estado do Rio de Janeiro, que enfrenta uma das piores crises financeiras.

