Capobianco ressaltou as medidas preventivas do governo, afirmando que, ante a iminência do El Niño, o Brasil intensificou o monitoramento ambiental. Segundo ele, o país já mobiliza um contingente recorde de brigadistas e aumentou o número de aeronaves e equipamentos destinados ao combate a incêndios florestais, além de oferecer apoio financeiro superior a meio bilhão de reais aos corpos de bombeiros de estados mais afetados.
O ministro reafirmou o compromisso do governo em garantir um futuro sustentável para as próximas gerações, enfatizando que a proteção ambiental é essencial para a vida e o bem-estar das famílias brasileiras. Desde janeiro, o governo tem tratado a questão ambiental como um motor do desenvolvimento, demonstrando que é possível promover crescimento econômico sem comprometer a biodiversidade, as florestas e os recursos hídricos do país.
No que diz respeito ao desmatamento, Capobianco trouxe dados positivos: a remoção de árvores na Amazônia caiu pela metade nos últimos três anos, e também houve quedas significativas no Cerrado e no Pantanal. A ampliação das áreas protegidas, com a criação de novas reservas ambientais e o reconhecimento de terras indígenas e quilombolas, foi destacada, com um total que equivale a cerca de 5 milhões de campos de futebol.
O governo também retomou a liderança na transição energética, promovendo a substituição de combustíveis fósseis por alternativas mais limpas, como biocombustíveis e eletricidade. O fortalecimento de instituições-chave, como o Ibama, foi essencial para esse processo, que resultou em um histórico de investimento em sustentabilidade, incluindo o reinício do Fundo Amazônia, atraindo financiamento internacional.
Capobianco reforçou ainda a importância da recuperação de áreas degradadas, destacando que 3,4 milhões de hectares já foram restaurados. Por fim, ele fez um apelo à população, solicitando que evitem o uso do fogo para limpar terrenos e que relatem qualquer foco de incêndio às autoridades. Esse tipo de ação é fundamental para preservar vidas e evitar tragédias ambientais, especialmente no período de seca que se aproxima.
