O incidente ocorreu durante uma visita a uma rodovia estadual, mais especificamente sobre a ponte que atravessa o rio Tocantins, perto de São Salvador do Tocantins. Neste momento, o governador, ao gravar um vídeo para sua conta em uma plataforma digital, não hesitou em cruzar a linha amarela contínua, uma ação que, segundo a legislação de trânsito, é considerada uma infração gravíssima. Esse tipo de manobra é especialmente perigoso, dada a alta probabilidade de acidentes, principalmente em locais como pontes e trechos claramente sinalizados.
No carro além de Barbosa estavam o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Amélio Cayres, e o presidente da Câmara Municipal de Palmas, Marilon Barbosa. Ambos também foram flagrado sem utilizar o cinto de segurança, uma infração que, por sua vez, é classificada como grave e acarretaria penalidades.
No vídeo, enquanto filma a rodovia e comenta sobre a intenção de lançar obras que visam a recuperação daquele trecho da estrada, estimando um investimento de aproximadamente R$ 18 milhões, a cena torna-se emblemática: um governador promovendo melhorias na infraestrutura, mas se expondo a riscos e desrespeitando normas de trânsito.
Desde a postagem, a repercussão foi intensa nas redes sociais, onde muitos usuários criticaram o governador, apontando as infrações cometidas e alertando para os perigos envolvidos. Um dos comentários destacou a imprudência da situação, sugerindo que a equipe deveria estar mais atenta para evitar multas e, principalmente, acidentes.
A produção de conteúdo se dá em um momento onde a responsabilidade no trânsito é mais discutida do que nunca. O Código de Trânsito Brasileiro estabelece que as infrações, como as cometidas por Barbosa, podem resultar em sérias penalidades, incluindo pontos na CNH e multas que podem ser substanciais. A presença de autoridades em tais situações levanta um debate sobre a exemplaridade que se espera de figuras públicas e o impacto de suas ações sobre a sociedade. Até o fechamento desta matéria, a assessoria do governador ainda não havia feito comentários oficiais a respeito do ocorrido.







