Hoffmann destacou que as investigações que emergiram após a Operação Sem Desconto, realizadas pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União, revelam um esquema de fraudes que, segundo ela, teve início durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL. A ministra apresentou um tom assertivo ao afirmar que “os fatos são claros”, sugerindo que a transparência e a verdade dos eventos são inegáveis.
Em sua análise, a ministra também defendeu as ações implementadas pelo governo atual, as quais visam fortalecer a integridade do sistema previdenciário e evitar irregularidades semelhantes no futuro. Dentre as iniciativas, Gleisi mencionou o fim das práticas de descontos automáticos, a introdução de novas regras de segurança e a devolução de valores a beneficiários que sofreram prejuízos em decorrência dessas fraudes.
Além das defesas de suas ações, Hoffmann não poupou críticas à atuação da oposição dentro da CPMI, chamando o espaço de “palco de mentiras e politicagem”. Segundo ela, esse jogo político compromete a credibilidade das investigações, que devem seguir em frente, independentemente dos embates partidários.
A ministra reafirmou o compromisso do governo em continuar os trabalhos de investigação e garantir que os responsáveis por quaisquer irregularidades sejam devidamente responsabilizados. Através de sua retórica incisiva, Gleisi Hoffmann sinalizou que as medidas de combate à corrupção e à fraude continuarão a ser uma prioridade, e que a luta por um sistema mais transparente e seguro para os cidadãos brasileiros persistirá, independentemente da oposição.






