Com as eleições se aproximando, a ministra se coloca como uma das principais candidatas, ocupando atualmente a segunda colocação nas pesquisas de intenção de voto para o Senado no estado. Ela está atrás apenas do governador Ratinho Jr. (PSD) e é vista como uma competidora forte, empatada numericamente com outros nomes significativos, como a apresentadora Cristina Graeml (União), o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo) e o deputado federal Filipe Barros (PL).
Além disso, a análise interna do partido indica que esta é uma oportunidade favorável para Gleisi, uma vez que cada estado elegerá dois senadores, aumentando suas chances de sucesso. O clima entre os líderes do PT aponta para uma animação em relação à sua candidatura, especialmente considerando seu histórico político robusto: foi a segunda parlamentar mais votada no Paraná em 2022 e já ocupou posições importantes como a chefia da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e a direção da Itaipu Binacional.
Desde março de 2025, Hoffmann atuava na articulação política do governo Lula, sucedendo Alexandre Padilha, que foi para a Saúde. Sua carreira política é marcada por uma série de conquistas e experiências, incluindo seu mandato como senadora pelo Paraná entre 2011 e 2019, além de sua atuação em secretarias em Mato Grosso do Sul e no Paraná.
A decisão de se candidatar ao Senado não apenas mostra suas ambições políticas, mas também reflete uma estratégia do partido para fortalecer sua presença no estado, preparando-se para um pleito que se desenha cada vez mais competitivo.






