Gilbert Burns se apresentou ao público após uma série de quatro derrotas consecutivas, buscando reverter sua má fase e resgatar a confiança. A luta foi marcada pelo equilíbrio, com os dois atletas trocando golpes habilidosos. Enquanto Malott buscava levar o combate para o chão, Burns mostrava-se resiliente, tentando se manter de pé e ativo na luta.
No entanto, no momento crítico do terceiro round, Malott conseguiu uma sequência de golpes decisivos, levando o árbitro a interromper a disputa aos 2 minutos e 08 segundos. A comemoração do canadense refletiu a alegria da vitória em casa, um marco em sua carreira, enquanto Burns, ao término do combate, deixou suas luvas no chão, simbolizando sua saída do esporte.
Em seu discurso pós-luta, Burns expressou gratidão por sua trajetória no UFC, destacando o esforço que dedicou à preparação para essa luta em particular. Ele ressaltou a importância de nunca ter se furtado a enfrentar desafios, mesmo quando isso significava lutar contra os melhores do mundo. Com 12 anos de carreira e 32 lutas, o lutador se despede do octógono com um impressionante recorde de 22 vitórias e 10 derrotas, além de uma disputa pelo cinturão em 2021.
Embora Gilbert Burns não tenha alcançado a vitória nesse último ato, sua presença e dedicação ao esporte deixam um legado significativo para as novas gerações de lutadores. O evento também contou com a participação de outros lutadores brasileiros, mas apenas um deles saiu vencedor, evidenciando a dificuldade e competitividade do cenário atual do MMA.
O card do evento trouxe uma série de combates emocionantes nas preliminares e no card principal, onde a paixão pelo MMA se fez presente a cada luta. O público se despediu de Burns, um verdadeiro guerreiro do octógono, que agora inicia um novo capítulo em sua vida, longe das luzes e combates que tanto ama.







