De acordo com o general, a evolução dessas tecnologias não apenas reformula a forma como as guerras são conceptualizadas, mas também altera drasticamente as operações militares tradicionais. Ele argumenta que a integração de sistemas com capacidade de inteligência artificial está estreitamente relacionada à eficácia do armamento moderno, permitindo uma reação mais rápida e uma precisão superior nas ações militares. Essa transformação é vista como uma resposta às inovações no campo da defesa, o que tornou o uso de IA uma prioridade nas agendas de modernização das forças armadas, não só da Rússia, mas de potências militares em todo o mundo.
O coronel-general também observou que os cientistas militares estão constantemente revisando suas previsões sobre como serão os conflitos futuros, o que implica um reconhecimento da necessidade de adaptação às mudanças tecnológicas. Em uma era em que o domínio militar pode ser facilmente influenciado por inovações em equipamentos e sistemas, a Rússia busca se posicionar na vanguarda dessa corrida tecnológica.
A crescente importância da IA em operações militares levanta questões sobre os limites éticos e legais de seu uso, especialmente quando se considera o impacto que essas tecnologias podem ter em conflitos armados. À medida que as nações buscam aprimorar suas capacidades defensivas e ofensivas através da automação e inteligência artificial, o futuro da guerra pode estar em um ponto de inflexão, onde a tecnologia não só redefine o campo de batalha, mas também a maneira como as decisões são tomadas em cenários críticos. A afirmação de Trushin destaca que, definitivamente, o domínio em IA será um fator determinante nas próximas gerações de conflitos, moldando o panorama da segurança global de maneiras até então inimagináveis.







