🚨 General Mário Fernandes torna-se peça-chave em inquérito sobre tentativa de golpe: Polícia Federal indicia 37 pessoas após áudios reveladores 🚨

Áudios do general Mário Fernandes se tornaram peças fundamentais para a conclusão do inquérito da Polícia Federal sobre a tentativa de golpe de Estado, que resultou no indiciamento de 37 pessoas na última semana. De acordo com informações da PF, o general foi apontado como o militar mais radical entre os golpistas, desempenhando um papel ativo na conspiração ao manter contato com diversas fontes, que iam desde integrantes do governo Bolsonaro até líderes das manifestações golpistas no QG do Exército, em Brasília.

Transcrições inéditas dos áudios obtidos pelo Metrópoles revelam que o general Mário Fernandes estava atento às divisões internas nas Forças Armadas, organizando diretamente atos golpistas e até celebrando a violência em protestos. Sua prisão na Operação Contragolpe da PF evidenciou seu envolvimento em um plano para matar o presidente Lula, o vice Geraldo Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Os diálogos revelam que o general mantinha contatos com diferentes figuras, como o ex-ministro de Bolsonaro, general Braga Netto, e o tenente-coronel Mauro Cid. As conversas indicam a urgência do general em agir antes da posse de Lula, descontentamento com as declarações de Bolsonaro sobre respeito à Constituição e a articulação direta com líderanças do acampamento golpista.

Além disso, as investigações apontam que Mário e Cid utilizavam outro meio de comunicação para evitar rastros, demonstrando uma preocupação com a segurança das informações. O general também discutia sobre divisões internas nas Forças Armadas e organizava pessoalmente manifestações golpistas. A referência à “marcha de 64” remete aos protestos que apoiaram o golpe de 1964 e instauraram a ditadura civil-militar no Brasil.

Após ser indiciado, Jair Bolsonaro se manifestou defendendo-se e acusando a equipe de Alexandre de Moraes de usar criatividade para acusá-lo. A reportagem tentou contatar a defesa do general Mário Fernandes, mas até o momento não obteve retorno. A situação continua sob investigação, com colaboração de Gabriel Buss, Maria Eduarda Portela e Junio Silva.

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