No entanto, Galvão confessou que não mantém um contato próximo com Neymar e fez uma observação intrigante sobre a relação entre eles: “Acho que ele não gosta muito de mim”. Essa declaração evidencia a complexa dinâmica que pode existir entre figuras públicas, especialmente em um esporte tão apaixonante quanto o futebol brasileiro.
Com a decisão sobre a participação de Neymar se aproximando, Galvão também destacou que esta Copa será especial para ele. O narrador está de casa nova e irá contar as emoções dos jogos pelo SBT, uma emissora que não transmitia um evento dessa magnitude há quase três décadas. Ele admite que, mesmo após narrar 13 Copas do Mundo, sente um frio na barriga que é característico de cada novo campeonato. “Toda a Copa do Mundo tem um sabor diferente. Se não der um friozinho na barriga e uma tremidinha na perna, não tem graça”, declarou, mencionando que essa será a sua 14ª experiência nesse palco.
Aos 75 anos, Galvão se mostra continuamente em busca de atualização e aprendizado. Ele se adapta aos novos tempos, diz que às vezes pede permissão, mas que em certas ocasiões nem isso é necessário, indicando uma forma de reverência às novas gerações. Durante essa jornada, ele promete que novos bordões surgirão de maneira espontânea, assim como nas edições anteriores. Para os fãs de futebol e para aqueles que acompanham Galvão, suas próximas narrações prometem ser tão emocionantes e marcantes quanto as anteriores, mantendo viva a chama da paixão pelo esporte.







