Gaby Spanic Celebra Intervenção Militar na Venezuela e Divide Opiniões nas Redes Sociais sobre a Liberdade e o Futuro do País.

A atriz venezuelana Gaby Spanic, famosa por seu papel de destaque na novela “A Usurpadora” em 1998, recentemente utilizou suas redes sociais para celebrar a intervenção militar que ocorreu em seu país natal e a captura do presidente Nicolás Maduro, junto de sua esposa, Cilia Flores. Desde novembro de 2025, Spanic vive no Brasil, tendo se tornado uma figura conhecida após a sua participação em um reality show, no qual foi eliminada em meio a uma polêmica envolvendo outra concorrente. Esse desdobramento gerou reações mistas entre seus seguidores, muitos dos quais expressaram apoio, enquanto outros levantaram preocupações sobre as implicações políticas da situação.

Em uma de suas postagens no X, Spanic destacou a importância de lutar pela liberdade na Venezuela, explicando que tal defesa implica reconhecer o sofrimento de milhões que enfrentam censura e crises. “Defender a liberdade é entender que democracia e direitos humanos são direitos universais”, afirmou. A artista, que possui 52 anos, reforçou seu ponto de vista com um vídeo no Instagram, onde é vista segurando uma bandeira com a inscrição “Venezuela livre”. Através de um cartaz que ilustra a bandeira e um mapa do país sob uma representação bíblica, ela reafirmou sua crença na iminente libertação da Venezuela, associando a luta a uma guerra espiritual.

Essa declaração, no entanto, gerou uma onda de controvérsia nas redes sociais. Enquanto muitos fãs expressaram solidariedade à causa e festejaram a captura de Maduro, outros internautas criticaram a simplicidade da narrativa, mencionando a complexidade da situação política. Alguns seguidores questionaram como a libertação de um “ditador” poderia resultar em um futuro melhor, apontando que as promessas de novos líderes internacionais poderiam ser apenas uma troca de opressão.

O clima de tensão aumentou após a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura de Maduro, a primeira ação desse tipo da história recente americana em solo sul-americano. A operação, descrita como “Operação Firmeza Absoluta”, foi justificada por autoridades americanas como uma tentativa de restaurar a democracia na nação, mas analistas questionam as reais motivações por trás do ataque, que envolvem o vasto potencial petrolífero da Venezuela. O presidente americano enfatizou que as empresas petrolíferas dos Estados Unidos retornariam para explorar as riquezas do território, apresentando essa medida como uma forma de revitalização econômica para o país.

Nesse contexto tumultuado, as redes sociais servem como um termômetro das diversas opiniões sobre a situação, revelando uma gama de sentimentos que vão da esperança à cautela, enquanto a comunidade internacional observa os desenrolares de uma história que, até agora, parece longe de ter um desfecho claro ou favorável para o povo venezuelano.

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