“Ontem eu estava bastante confortável. Hoje, no entanto, enfrentei muitas dificuldades com o balanço do carro. A volta não foi das piores, mas definitivamente não foi boa o suficiente para nos posicionar entre os primeiros”, comentou o jovem piloto em uma entrevista. Em sua corrida sprint, ele havia largado na 11ª posição, mas não conseguiu manter o mesmo ritmo na classificação para a corrida principal.
A análise que Bortoleto fez de sua colocação no grid é realista e honesta. “A posição que conseguimos está dentro da faixa que esperávamos, entre o 10º e o 13º lugar. Porém, nosso desempenho fora desses limites é preocupante. Temos muito trabalho à frente para otimizar nosso carro”, avaliou o piloto, que atualmente ocupa o 15º lugar na tabela do Campeonato Mundial de Pilotos, acumulando apenas dois pontos.
A previsão de chuva para a corrida deste domingo trouxe um novo dilema para Bortoleto. Ele se mostrou cauteloso em relação às condições climáticas, afirmando que, considerando as dificuldades que sua equipe tem enfrentado com o motor, a chuva poderia não ser benéfica. “Se formos realistas, a chuva não seria o cenário ideal para nós neste momento”, ponderou.
Apesar dessas preocupações, Gabriel Bortoleto viu um lado positivo em um possível tempo adverso. Ele mencionou que a chuva poderia fornecer uma oportunidade para a equipe identificar e resolver as questões atuais do carro. “Talvez testar em condições molhadas pudesse nos ajudar a expor alguns problemas e a entender melhor o que podemos melhorar. Temos um longo caminho pela frente”, concluiu, demonstrando determinação e vontade de evoluir, independentemente das adversidades.
