Após uma revisão criteriosa, concluiu-se que a pressão do ar em seu veículo ultrapassou o limite máximo permitido de 4,8 bar. Esse desvio infringe diretamente o Artigo C5.3.2 do Regulamento Técnico da F1, cuja finalidade é garantir que todos os competidores operem dentro das mesmas condições e padrões de segurança.
Para garantir que as medições sejam feitas de forma justa e precisa, a FIA estipula que a pressão do ar deve ser aferida através de dois dispositivos selados, cujas localizações devem ser previamente aprovadas. Esses dispositivos são parte integrante do sistema de admissão de ar do motor, devendo ser posicionados corretamente para evitar fraudes ou manipulações nas condições de corrida.
Os comissários que analisaram a situação ressaltaram que a irregularidade foi observada durante uma volta específica, em um contexto em que a temperatura estava mais alta, evidenciando ainda mais o problema. Essa atenção aos detalhes é crucial para manter a integridade das competições e a segurança dos pilotos.
As corridas sprint, que consistem em um formato reduzido de 100 km, normalmente ocorrem nas tardes de sábado, aproximadamente seis horas antes da classificação do Grande Prêmio principal. Esse formato veio para inovar as competições, adicionando uma camada extra de emoção aos finais de semana de corrida, embora também traga desafios regulatórios, como demonstrado no caso de Bortoleto. A expectativa agora recai sobre as próximas etapas do campeonato, nas quais a equipe Audi e seu piloto buscarão retomar o melhor desempenho, superando esse revés recente.







