Hulkenberg, veterano com 16 anos de experiência nas pistas, esperava ajudar a equipe a obter resultados significativos nesta nova fase. No entanto, sua performance ficou aquém das expectativas. Até agora, ele passou por diversas dificuldades, incluindo abandonos e resultados em posições não pontuáveis, enquanto a equipe tenta se adaptar e encontrar um equilíbrio em seu carro.
Bortoleto, por outro lado, em sua segunda temporada na F1, já alcançou uma performance admirável. Ele garantiu os primeiros pontos da Audi logo na corrida de abertura da temporada, no Grande Prêmio da Austrália, ao terminar em nono lugar. Esse resultado foi emblemático, marcando o início de uma trajetória que, apesar de oscilante, trouxe à equipe um sopro de esperança.
Ao longo das etapas subsequentes, Bortoleto repetiu seu desempenho consistente, cruzando a linha de chegada em posições que lhe garantiram pontuação. Recentemente, no Grande Prêmio da Bélgica, ele conquistou mais quatro pontos ao terminar em oitavo lugar novamente, totalizando 10 pontos na tabela do Mundial de Pilotos. Esse desempenho garante que ele continue a ser a única fonte de pontos da Audi na F1 até o momento.
Comparando as performances de Bortoleto e Hulkenberg nas corridas, a disparidade se torna evidente. Enquanto o jovem brasileiro tem se mostrado competitivo e evolutivo, o veterano tem enfrentado dificuldades, não conseguindo aproveitar as oportunidades nas corridas. O futuro da equipe parece depender em grande parte do sucesso e do crescimento de Bortoleto, que já carrega a responsabilidade de representar a Audi na elite do automobilismo.
