Na manhã seguinte ao jogo, o jogador utilizou suas redes sociais para justificar sua saída abrupta. Ele revelou que estava sentindo dores abdominais, um desconforto que parecia afetar não apenas a ele, mas também outros integrantes da equipe, incluindo membros da comissão técnica. Gabigol mencionou que houve uma falta de comunicação, tanto durante o jogo quanto após o apito final, o que pode ter contribuído para a sua decisão de deixar o banco.
“Fui direto para o vestiário porque estava com dores abdominais. Assim como alguns jogadores e pessoas da comissão técnica, houve uma falta de comunicação no momento do jogo e pós-jogo”, explicou ele.
O episódio levantou algumas questões sobre a dinâmica da equipe. O técnico Cuca, após o término da partida, cobrou uma explicação do atacante. Gabigol havia sido substituído por Thaciano quando o Santos ainda liderava o placar por 1 a 0, mas a equipe acabou cedendo o empate ao Recoleta.
Cuca não hesitou em expressar sua preocupação sobre a atitude de Gabigol. Ele enfatizou que gostaria de entender os motivos que levaram o jogador a não permanecer no banco junto aos seus companheiros: “Na minha opinião, a substituição se fez necessária. Agora tem que saber por que ele não ficou no banco. Acho que ele deveria ter ficado junto com os companheiros e será cobrado por isso”, declarou o técnico.
Desde sua chegada ao Santos por empréstimo nesta temporada, Gabigol tem se destacado em campo, acumulando nove gols e cinco assistências em 20 partidas disputadas em 2024. No entanto, a situação gerou um clima de tensão que pode impactar a coesão do grupo em um momento crucial da competição. A expectativa agora é para a postura da equipe nos próximos jogos e como essa dinâmica interna pode influenciar o desempenho coletivo.
