O encontro contou com a presença do presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, que se reuniu com os líderes do G7 para discutir a crise. Um diplomata francês revelou que, durante as negociações, os países concordaram em intensificar as sanções contra a Rússia, especialmente focando nos setores de petróleo e gás. Os líderes também expressaram um apoio unificado à Ucrânia, prevendo a entrega de novos sistemas de defesa aérea e outras formas de proteção para o país.
Enquanto os Estados Unidos reduziram sua ajuda sob a liderança de Trump, a França e outros aliados europeus assumiram um papel mais ativo no fornecimento de suporte militar e financeiro a Kiev, onde as necessidades são cada vez mais urgentes. O Reino Unido anunciou ações direcionadas, implementando novas sanções contra a denominada “frota fantasma” russa, que tem sido utilizada para exportar petróleo e gás, bem como contra redes financeiras que facilitam a evasão das restrições ocidentais.
No entanto, apesar das discussões em um ambiente de cooperação, a situação no terreno permanece crítica. Poucas horas antes da cúpula, a Rússia lançou uma série de ataques aéreos contra cidades ucranianas, resultando em mais de 11 mortes e destacando a gravidade da situação. As conversas entre Trump, Zelenski e o presidente russo, Vladimir Putin, antes do encontro, intensificaram o clima tenso que envolve a cúpula.
Além das questões ucranianas, a cúpula também abordou preocupações no Oriente Médio, com Trump criticando a abordagem de Israel em relação ao Hezbollah, enquanto aliados europeus buscam soluções que mitiguem o impacto da alta do petróleo decorrente da incerteza no Estreito de Ormuz. O cenário geopolítico continua a se desdobrar de maneira complexa, com as discussões da cúpula do G7 desempenhando um papel crucial no futuro da Ucrânia e na dinâmica regional.





