A programação da cúpula seguiu com uma agenda rica no dia seguinte, focando em sustentabilidade e transição energética. Entre os principais tópicos abordados na declaração estão o compromisso com o crescimento sustentável e inclusivo, apoio à transição para energias limpas, financiamento acessível para ações climáticas, além da segurança alimentar global. A necessidade de um fortalecimento dos sistemas de saúde e uma reforma das instituições financeiras internacionais também foram destacados, ressaltando a importância da inclusão digital.
A declaração também enfatizou a urgência em atender as metas da Agenda 2030 das Nações Unidas, apontando que, a menos de seis anos do prazo final, apenas 17% dos compromissos assumidos foram alcançados. É essencial que a comunidade internacional se una para enfrentar as crises geopolíticas que impactam desproporcionalmente os mais vulneráveis.
O documento final abordou ainda questões críticas como a necessidade de um cessar-fogo total na Faixa de Gaza, onde a situação humanitária se agravou nos últimos meses. A cúpula reafirmou a importância de uma solução pacífica para o conflito na Ucrânia, promovendo relações amenas entre nações. Além disso, os líderes expressaram seu compromisso com a ideia de um “mundo livre de armas nucleares”.
Por meio de um convite a todos os países para se unirem à nova Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, lançada durante a cúpula, o grupo de líderes destacou a urgência de ações coordenadas para enfrentar desigualdades globais. A declaração final, assinada por todos os líderes, incluindo o argentino Javier Milei, que anteriormente havia levantado dúvidas sobre o consenso, representa um passo significativo na direção de uma cooperação multilateral mais robusta e eficaz.
