O motivo por trás da decisão de vender o clube está envolvido em uma série de escândalos e polêmicas. A imprensa belga recentemente noticiou que o antigo proprietário e os acionistas do Standard de Liège se uniram para enfrentar o fundo americano na Justiça. O motivo principal é o atraso no pagamento de uma parcela de 3,5 milhões de euros aos acionistas, vencida em abril, e de uma quantia idêntica ao ex-dono Bruno Venanzi, que deveria ter sido paga até o mesmo período.
De acordo com informações do site belga RTBF, Venanzi está disposto a levar o caso ao tribunal de arbitragem e mediação comercial se a 777 não cumprir com os valores devidos. Neste cenário, ele poderá solicitar a apreensão de bens ligados ao fundo de investimentos americano no país.
O tumulto envolvendo a 777 Partners tem causado impacto interno na estrutura da empresa. Jornalistas do Josimar relataram que Josh Wander e Steve Pasko, membros da direção da divisão de futebol da empresa, foram afastados após a contratação de especialistas em falências para analisar a situação atual da companhia.
Além disso, os torcedores do Standard de Liège expressaram seu descontentamento com a administração da 777 ao impedir que a equipe disputasse uma partida do campeonato nacional contra o Westerlo. Em comunicado à imprensa local, os torcedores classificaram a situação como os “momentos mais sombrios da história do clube”, criticando a gestão financeira da empresa e clamando pela saída da 777 da administração do clube.
A situação da 777 Partners e sua relação com o Standard de Liège continuam a gerar controvérsias e incertezas quanto ao futuro do clube belga e das outras propriedades do fundo americano. Acompanharemos de perto os desdobramentos dessa história.





