Fundação Memória do Transporte homenageia Memorial da América Latina em celebração de 30 anos e destaca parceria cultural e histórica entre as entidades.

Na última sexta-feira, a Fundação Memória do Transporte (FuMTran) comemorou três décadas de atuação ao entregar um troféu comemorativo ao presidente do Memorial da América Latina, Dr. Pedro Machado Mastrobuono. A cerimônia contou com a presença do presidente da FuMTran, Antonio Luiz Leite, do diretor da instituição, Eduardo Jacsenis, e do curador do projeto de memória da Fundação, Sérgio Kobayashi. Esse reconhecimento vem em um momento de grande simbolismo, considerando o papel central que o Memorial desempenha na cultura e na história do Brasil, além de reforçar a colaboração entre as duas instituições.

O Memorial da América Latina foi escolhido como o palco das comemorações, destacando-se como um importante espaço cultural e institucional na trajetória da FuMTran. Essa escolha evidencia a relevância das narrativas que essas instituições trabalham para preservar, ajudando a entender o desenvolvimento do Brasil ao longo dos anos. A entrega do troféu simboliza não apenas uma homenagem, mas também uma renovação do compromisso das entidades em colaborar na promoção da cultura e memória nacional.

Antonio Luiz Leite, presidente da FuMTran, destacou que essa parceria representava a convergência de objetivos entre as duas instituições. Em suas palavras, “a preservação da memória é fundamental para que possamos compreender a evolução do transporte no Brasil e projetar o futuro do setor”. O Memorial, segundo Leite, é um espaço que valoriza tanto a história quanto a cultura, e essa ligação fortalece o trabalho da Fundação.

Durante o evento, os dirigentes discutiram a ampliação da colaboração entre as instituições, com o objetivo de realizar eventos, exposições e iniciativas conjuntas voltadas à divulgação da memória do transporte no Brasil. Leite enfatizou que, ao reconhecer o Memorial da América Latina, a FuMTran reafirma seu compromisso de expandir o alcance da memória do transporte por meio do diálogo com outras instituições culturais. Ele destaca que isso abre novas oportunidades para o desenvolvimento de projetos que manterão viva a história do setor, ligando-a a questões contemporâneas como integração regional, logística e mobilidade. “Nossa missão vai além da simples preservação; buscamos garantir que essa memória continue a ser compartilhada e valorizada por todos”, conclui Antonio Luiz Leite.

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