Funcionário do Ministério da Igualdade Racial morre após três dias internado por ferimentos causados em explosão no local; tragédia deixa seis feridos.

Na última terça-feira, 25 de novembro, uma explosão em uma subestação de energia que atende ao Ministério da Igualdade Racial resultou em tragédia. O funcionário terceirizado Raimundo Nonato do Nascimento Chaves, que trabalhava na instalação gerida pela Companhia Energética de Brasília (CEB) e pela Neoenergia, não sobreviveu aos ferimentos, falecendo três dias após a explosão.

O incidente foi causado por um curto-circuito, o qual deixou pelo menos seis pessoas feridas. Agentes do Corpo de Bombeiros atenderam outras 20 pessoas no local, destacando a gravidade da situação e a necessidade de cuidados médicos.

Conforme informações divulgadas, Raimundo estava devidamente equipado com uniforme antichamas e todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) requeridos para suas atividades. A CEB expressou condolências à família do trabalhador e ressaltou a preocupação com a segurança no trabalho, aumentando o foco sobre os protocolos de operação e segurança que deveriam estar em prática nas instalações.

O Ministério da Igualdade Racial emitiu uma nota lamentando a morte de Raimundo, manifestando “profundo sentimento de solidariedade a amigos e familiares neste momento de dor”. A tragédia levanta questões importantes sobre a segurança em locais de trabalho e a necessidade da fidelidade às regras de segurança para prevenir acidentes como esse.

O acidente ocorre em um contexto mais amplo, em que a segurança do trabalhador tem sido frequentemente discutida no Brasil. Diversas entidades e organizações têm cobrado mais rigor na fiscalização das condições de trabalho, especialmente em setores que envolvem riscos. A morte de Chaves não deve ser vista apenas como um evento isolado, mas como parte de uma discussão mais ampla sobre as práticas de segurança profissional.

Diante de um cenário de tristeza e luto, a comunidade se une para prestar homenagens a Raimundo, um trabalhador que dedicou sua vida à função, ressaltando a necessidade de reflexão sobre os riscos que os profissionais enfrentam diariamente em suas atividades. A tragédia não é apenas uma perda pessoal, mas um alerta sobre a importância de garantir ambientes de trabalho mais seguros e humains.

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