Em sua história de crimes, Argemiro já foi acusado de roubo a banco, apresentando como profissão a carreira militar. O crime em questão ocorreu em 2001, quando ele e seu irmão tramaram um assalto a uma agência do Banco do Brasil em Padre Bernardo, mantendo funcionários como reféns por 12 horas.
No entanto, o mais impressionante é que mesmo atrás das grades, Argemiro conseguiu comandar um roubo milionário de dentro da cadeia, em 2018. Sua quadrilha invadiu duas agências bancárias em cidades do interior de Goiás, levando mais de R$ 1 milhão em espécie. Essa ação “novo cangaço” visava alvos pacatos e com menor presença policial.
A liderança de Argemiro nessas ações criminosas foi confirmada em investigações policiais, que revelaram seu papel central na organização dos assaltos. Mesmo estando detido em Aparecida de Goiânia por outros crimes, ele conseguiu planejar e executar os roubos de dentro do presídio.
A fuga recente de Argemiro trouxe à tona novamente sua periculosidade. A Secretaria de Administração Penitenciária do DF informou que ele serrava as grades do banheiro da cela e escapou durante a madrugada. Mesmo sendo considerado de alta periculosidade, ele estava em uma ala de presos semiabertos, o que facilitou sua fuga.
A busca pelo fugitivo mobilizou as forças de segurança locais, com equipes de recaptura da Polícia Penal realizando diligências em todo o Distrito Federal. Qualquer informação sobre o paradeiro de foragidos do sistema penitenciário pode ser repassada de forma anônima às autoridades.
Assim, Argemiro Antonio da Silva representa um desafio constante para as autoridades, demonstrando sua habilidade em evadir-se da justiça mesmo diante de sua extensa lista de crimes. A saga desse criminoso continua a intrigar e preocupar as autoridades, que agora se empenham em recapturá-lo e evitar novos delitos.







