Fugitivo da Papuda Argemiro Antônio da Silva driblou a segurança diversas vezes antes de escapar em 2025.

O notório criminoso Argemiro Antônio da Silva, de 62 anos, protagonizou mais uma fuga espetacular do Complexo Penitenciário da Papuda, deixando as autoridades perplexas. No entanto, essa não foi a primeira vez que o fugitivo tentou escapar da prisão. Em 2004, ele foi descoberto cavando um túnel no Centro de Internamento Reeducação (CIR), mesmo local de onde fugiu recentemente. Na ocasião, Argemiro conseguiu serrar as grades do banheiro da ala dos idosos e se evadir.

O histórico de comportamento problemático de Argemiro durante sua estadia na Papuda é extenso. Além da tentativa de fuga anterior, o criminoso acumulou diversas infrações disciplinares, como incitar outros detentos contra os agentes penitenciários e forçar uma greve de fome como forma de protesto em 2004. Essas ações rebeldes chamaram a atenção para as condições precárias dentro da prisão e as reivindicações por melhores direitos para os presos e seus familiares.

Em outra ocasião, em 2009, Argemiro foi colocado em isolamento por 10 dias depois que sua esposa foi flagrada tentando entrar na penitenciária com 50 gramas de maconha, sendo condenada por tráfico. Isso motivou os agentes a pedirem a transferência do detento para outra área da prisão devido ao temor de represálias tanto por parte dos presos quanto dos policiais.

Outro episódio marcante envolvendo Argemiro foi a mudança repentina de pedido de transferência em 2013, alegando perseguição por parte dos policiais penitenciários. Essa instabilidade no comportamento do criminoso evidencia sua personalidade turbulenta e desafiadora.

Diante do histórico de Argemiro e de sua capacidade de escapar das autoridades, a Polícia Penal do DF, a Polícia Militar e a Polícia Civil destacaram a importância de informações sobre foragidos do sistema penitenciário para que sejam tomadas as devidas providências. O número de telefone para contato é (61) 99666-6000 para a Polícia Penal, 190 para a PMDF e 197 para a PCDF, garantindo o anonimato dos informantes.

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