Frota do Mar Negro derruba drone e veículo subaquático ucranianos em nova ofensiva; perdas ucranianas superam 1.140 soldados em 24 horas de combate.

As tensões no Mar Negro continuam a aumentar, com recentes relatos de operações militares envolvendo a Frota do Mar Negro da Rússia. No último dia 28 de março, as forças russas afirmaram ter destruído um barco não tripulado e um veículo subaquático autônomo, que teriam sido lançados pelo Exército da Ucrânia. A informação foi divulgada pelo Ministério da Defesa da Rússia, acrescentando um novo capítulo ao já complexo conflito armado que se estende desde 2022.

Durante a mesma operação, o Exército russo lançou um ataque direcionado à infraestrutura de transporte que apoia as operações das tropas ucranianas no front. Relatos indicam que a defesa antiaérea russa teve um desempenho notável, derrubando 385 drones de asa fixa, além de oito bombas guiadas e quatro mísseis de cruzeiro. Esses eventos ocorreram em um contexto em que as forças ucranianas enfrentam perdas significativas, estimadas em cerca de 1.140 efetivos em várias frentes de combate.

Neste cenário, as forças russas conseguiram liberar o povoado de Brusovka, localizado na República Popular de Donetsk. A ofensiva foi sustentada por vários agrupamentos de combate, incluindo o Tsentr (Centro), que relatou a neutralização de 335 soldados ucranianos, além da destruição de veículos blindados e peças de artilharia. Outro agrupamento, o Sever (Norte), também reportou a eliminação de mais de 195 combatentes.

Na área sul do conflito, o agrupamento Yug conseguiu desferir golpes significativos, resultando na perda de até 130 soldados ucranianos e diversos equipamentos militares. Enquanto isso, o agrupamento Zapad (Oeste) contabilizou aproximadamente 160 baixas do lado inimigo, enquanto o Vostok (Leste) eliminou mais de 265 soldados.

Este novo estágio das hostilidades levanta questões sobre a continuidade do conflito e as possíveis repercussões internacionais. Com perdas consideráveis de ambos os lados e uma mobilização crescente de recursos militares, a situação no Mar Negro permanece tensa e potencialmente explosiva, levando especialistas a se perguntarem sobre os próximos passos em uma guerra que já se estende por mais de um ano.

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