Ao comemorar os 60 anos da Embratur, Freixo destacou a melhoria significativa da imagem do Brasil no exterior em comparação com o que o país vivia há seis décadas. Ele afirmou: “Há 60 anos, o Brasil estava muito pior”. Segundo Freixo, o regime militar “promovia o Brasil da pior forma”, e o contexto daquela época gerou o que ele chamou de “Brasil com Z”, em alusão à forma exótica e depreciativa com que o país era apresentado. Em contrapartida, o atual governo, segundo ele, conseguiu restaurar a dignidade do país, reabilitando o “Brasil com S”, enfatizando que “a marca Brasil não é de um governo, é do país”.
Freixo, que também ratificou sua candidatura a deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro, apresentou resultados positivos alcançados durante sua gestão. De acordo com ele, o fluxo de turistas internacionais saltou de 5,9 milhões em 2023 para 9,3 milhões, gerando uma receita de US$ 8 bilhões. Ele acredita que esses números não só indicam um crescimento do setor, mas também a criação de empregos e o fortalecimento da economia local.
Em sua análise, Freixo abordou a segurança pública, rebatendo a ideia de que ela impacta negativamente o turismo. “O turismo deve ser visto como uma solução para esse problema”, enfatizou. Para ele, o aumento da circulação de turistas traz novas oportunidades para a cultura e a sociedade.
Além disso, Freixo anunciou que a Embratur conseguiu voltar a receber recursos do Orçamento da União e atingiu 98% de transparência ativa, um marco importante para a gestão pública. A criação de um escritório de projetos foi outra medida tomada, direcionando a gestão em uma cultura mais planejada e orientada por dados de mercado.
Com esses reconhecimentos, Marcelo Freixo não só despediu-se da Embratur, mas também deixou um legado de esperança para o futuro do turismo no Brasil, sustentado na busca por direitos humanos e reconhecimento internacional.
