Leboeuf destacou que, para ele, o mérito pela possível conquista seria atribuído exclusivamente ao coletivo da equipe e não a Ronaldo. “Temos de ser muito claros sobre isso. Se o Al Nassr ganhar, não será por Ronaldo. Para mim, ele não terá esse crédito”, enfatizou o ex-jogador. Tal declaração veio em um momento crucial, às vésperas de um jogo decisivo contra o Al Hilal, principal rival na disputa pelo título.
Nesta linha de raciocínio, Leboeuf fez uma comparação com Lionel Messi, ressaltando a contribuição transformadora do argentino no Inter Miami, que, segundo ele, foi de uma magnitude incomparável à de Ronaldo. “Se estamos falando de comparações, não há como igualar. Messi pegou uma equipe na lanterna e a levou a uma nova era em sua primeira temporada. Isso é algo que Ronaldo ainda não fez na Arábia Saudita”, argumentou.
O ex-atleta também criticou o fato de Ronaldo ter demorado três anos para começar a competir por títulos, destacando que o investimento maciço do Al Nassr em jogadores top de linha foi crucial nesse processo. “Não foi apenas o Ronaldo. O clube montou um elenco forte e diversificado para dar suporte a ele. Sem esse time, ele não teria conseguido o que conseguiu”, disse Leboeuf.
Com isso, o ex-zagueiro concluiu sua análise reafirmando que, se o Al Nassr alcançar o sucesso, isso se dará gracias ao esforço conjunto dos jogadores e à estratégia adotada pela equipe, não pela grandeza individual de Cristiano Ronaldo. “Se eles vencerem, será fruto do trabalho coletivo. O time finalmente conseguiu construir a estrutura necessária para apoiar Ronaldo”, finalizou. Essa discussão reflete a polarização continua entre os dois ícones do futebol e suas respectivas legados no esporte.





