O jogo começou com um Senegal ousado, demonstrando que não seria um adversário fácil. Em um momento crucial do primeiro tempo, Nicolas Jackson, atacante do Bayern de Munique, quase abriu o placar, mas uma defesa desajeitada do goleiro francês Mike Maignan impediu que a bola entrasse. Apesar da pressão inicial dos senegaleses, a França respondeu com um ataque rápido, mas encontrou dificuldades em transformar a posse de bola em finalizações perigosas.
A arbitragem, comandada pelo iraniano Alireza Faghani, fugiu de algumas decisões polêmicas, como uma falta não marcada em favor do Senegal e um possível pênalti sobre Mbappé. Esta leniência parecia desestabilizar os jogadores, mas os senegaleses também desaproveitaram uma grande chance em que Sadio Mané deixou Ismaïla Sarr na cara do gol, mas a finalização foi para fora.
No segundo tempo, a França voltou com mais intensidade, rapidamente testando o goleiro Édouard Mendy. O primeiro gol saiu aos 21 minutos, quando Mbappé recebeu um passe preciso de Michael Olise e balançou a rede. O Senegal tentou reagir, mas um gol de Jackson foi anulado por impedimento.
Nos últimos quinze minutos de jogo, a pressão francesa foi avassaladora. Após um golpe de bola, Bradley Barcola, que entrou na segunda etapa, ampliou a vantagem. Contudo, o Senegal não desistiu e conseguiu um gol de honra com Ibrahim Mbaye, jogador nascido na França e naturalizado senegalês, antes que Mbappé, novamente, mostrasse sua eficiência, finalizando com maestria e selando o placar em 3 a 1.
Com seus dois gols, Mbappé chegou a 13 gols em Copas do Mundo, superando Pelé e empatando com Lionel Messi na lista dos artilheiros de todos os tempos em mundiais. Deixando o estádio vibrante com passes rápidos e jogadas dinâmicas, a França provou que está pronta para enfrentar o desafio do torneio. Na próxima fase, o desafio será contra o Iraque na Filadélfia, enquanto o Senegal enfrentará a Noruega em busca de recuperação.
