O brasiliense que está há mais tempo desaparecido na lista da Interpol é Arthur Paschoali, que sumiu em 2012 durante uma viagem ao Peru, onde trabalhava em um restaurante local. Em seguida, Pedro Rodrigues Parente Neto, de 37 anos, também entrou para a lista após desaparecer em setembro deste ano, após visitar a Venezuela e a Colômbia.
Além dos casos de brasilienses desaparecidos, um morador de Anápolis, Marcelo Gomes, também está na lista desde 2012, aos 30 anos. Segundo informações da Interpol, ele teria visitado países como Guatemala, Estados Unidos e México antes de desaparecer.
No total, 79 brasileiros aparecem na lista amarela da Interpol, sendo São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás os estados com mais casos. Entre os desaparecidos, há crianças como João Rafael Kovalski, desaparecido aos 1 ano de idade em 2013, e Michele de Souza Ferreira, que sumiu aos 11 anos em 2008 e continua na lista até hoje.
Um caso recente é o de Juliana Magalhães da Rosa, de 33 anos, que desapareceu na Argentina em outubro deste ano. A lista amarela da Interpol é acionada pelas polícias federais dos países membros, que fornecem informações sobre os casos para a organização emitir alertas e facilitar as buscas. Essa ação também dificulta viagens e permite o compartilhamento de informações críticas entre as nações envolvidas. Parte dos anúncios é mantida em sigilo, mas muitos são divulgados publicamente para colaborar com as investigações.
